Sábado, Abril 08, 2006
'As Vampiras Lésbicas de Sodoma' à solta no Chiado
Esta é a história do demónio Subaru, ou melhor, do demónio Sandokan. Ou será Sudoku? Na verdade, é a história do demónio Sucubu e de uma das suas "angelicais" vítimas. Uma comédia "sobrenatural", que data dos tempos da Bíblia e se prolonga até aos nossos dias, baseada na obra do dramaturgo e romancista Charles Busch, produzida e adaptada pela Companhia Teatral do Chiado.
Com encenação de Juvenal Garcês e interpretações de Rita Lello, Simão Rubim, Manuel Mendes, João Carracedo, João Craveiro e Tobias Monteiro, a peça As Vampiras Lésbicas de Sodoma estreou-se ontem no Teatro-Estúdio Mário Viegas, em Lisboa.
No centro do enredo estão duas actrizes vampiras que se amam e odeiam, ao mesmo tempo, e que há dois mil anos disputam o estrelato. Em busca do sangue de jovens virgens, que lhes garanta a vida eterna, deixam a bíblica cidade de Sodoma e correm mundo, terminando a viagem por terras lusas. Sempre em ambientes onde reinam a inveja e a luxúria, passam pela Lisboa da Revista, e acabam, nos dias de hoje, na sala de ensaios de um "musical", em plena cidade do Porto.
O espectáculo, que, nas palavras de Simão Rubim, um dos protagonistas, "ultrapassa a imaginação das pessoas", recorre a um extravagante guarda-roupa e a um humor que, apesar de "libertino" em muitos momentos, brinca com a actualidade portuguesa. Esta aproximação à realidade do país é, para o actor, uma forma de "chegar mais depressa ao público".
Para mais informações:
Com encenação de Juvenal Garcês e interpretações de Rita Lello, Simão Rubim, Manuel Mendes, João Carracedo, João Craveiro e Tobias Monteiro, a peça As Vampiras Lésbicas de Sodoma estreou-se ontem no Teatro-Estúdio Mário Viegas, em Lisboa.
No centro do enredo estão duas actrizes vampiras que se amam e odeiam, ao mesmo tempo, e que há dois mil anos disputam o estrelato. Em busca do sangue de jovens virgens, que lhes garanta a vida eterna, deixam a bíblica cidade de Sodoma e correm mundo, terminando a viagem por terras lusas. Sempre em ambientes onde reinam a inveja e a luxúria, passam pela Lisboa da Revista, e acabam, nos dias de hoje, na sala de ensaios de um "musical", em plena cidade do Porto.
O espectáculo, que, nas palavras de Simão Rubim, um dos protagonistas, "ultrapassa a imaginação das pessoas", recorre a um extravagante guarda-roupa e a um humor que, apesar de "libertino" em muitos momentos, brinca com a actualidade portuguesa. Esta aproximação à realidade do país é, para o actor, uma forma de "chegar mais depressa ao público".
Para mais informações:
Sexta-feira, Abril 07, 2006
Quinta-feira, Abril 06, 2006
Homossexualidade em Africa...
Homosexualidade em ÁfricaEm África, a homosexualidade é ilegal para os gays em 29 países e para as lesbicas em 20. A situacão legal demonstrada em muitos casos e de uma violenta homofobia que se vive no continente e que se pode documentar claramente em discursos como os de Robert Mugabe, Presidente de Zimbabwe, Nujoma, Presidente de Namibia, o Presidente Musevini, de Uganda. Porem estes dados podem refletir uma situação, as distintasorganizações de gays e lesbicas em Africa podem falar de bastantas vitorias nos ultimos anos.
Africa do sul permanece à parte no que se refere na legalidade dos gays e das lesbicas no resto de Africa, situando.se ao mesmo nivel de muitos paises europeus. A homossexualidade é legal e visivel, como existe uma legalização nacional que proibe qualquer tipo de discriminação por motivos de orientação sexual.
Zimbabwe É o mais conhecido pela sua homofobia e discursos extremistas lançados pelo seu presidente Mugabe, incluindo algumas afirmações em que assegura que a homossexualidade não é um fenomeno africano, sim uma decadencia dos paises ocidentais,refletindo uma decadencia da mesma.
Quarta-feira, Abril 05, 2006
Terça-feira, Abril 04, 2006
Executivo mexicano condena homofobia de Coca Cola
El ejecutivo mexicano Roberto Mendoza Ralph denunció en la XXIII Conferencia Mundial de la Asociación Internacional de Gays y Lesbianas (ILGA) en Ginebra, Suiza, el despido del que fue objeto por parte de Coca-Cola FEMSA por reconocer públicamente su homosexualidad.Mendoza Ralph participó como orador en una conferencia especial integrada en la mesa sobre discriminación en el lugar de trabajo, previa a cuatro plenarias en las que especialistas en materia laboral y disidencia a la heterosexualidad de todo el mundo trataron otros asuntos, entre ellos el papel de las organizaciones Lésbico Gay Bisexual y Transgenéricas (LGBT) para la defensa de los derechos de los trabajadores o combatir la discriminación en el trabajo.
"La gente en México es cada día mas abierta en relación con sus propia homosexualidad, pero esto no sucede en el mundo empresarial donde los homosexuales tienen que esconderse para evitar discriminación, y por lo tanto no asumen sus preferencias sexuales, hasta que dejan el trabajo y pueden ir a lugares donde la gente gay puede ser aceptada libremente".
En el pleno de la conferencia, el ingeniero mexicano, de 39 años, recordó el argumento usado por el director de recursos humanos de Coca-Cola FEMSA, Eulalio Cerda Delgadillo, para despedirlo de la refresquera: "Mientras yo sea director de área, no tendré a un puto trabajando en esta empresa".
Asimismo, informó haber recolectado mas de mil firmas de apoyo en una carta dirigida al presidente del Consejo de Administración y presidente ejecutivo de The Coca Cola Company, Neville Isdell, en la que denuncia la discriminación y el acoso laboral que sufrió durante su trabajo con la franquicia mexicana de la bebida, manejada en este país por FEMSA.
"Si bien The Coca Cola Company tiene una calificación de 71 en el índice de equidad corporativa de Human Right Campaign, nos inquieta el disminuido número de grupos vulnerables (origen étnico, mujeres, discapacidad, condición social o económica, condiciones de salud, embarazo, lengua, religión, opiniones, preferencias sexuales o estado civil) que en México tienen puestos directivos en sus filiales, subsidiarias y franquiciadas, lo cual deja ver la cultura de discriminación que sin duda impera al interior de su organización".
La carta responsabilizada por Altarte A.C. con copia para el Presidente del Consejo Nacional para Prevenir la Discriminación (Conapred) Gilberto Rincón Gallardo, será reconocida por poder notarial. Entre las personas que la han firmado hasta el momento se encuentran el abogado Jaime López Vela, el sexólgo Luis Perelman y el conductor Horacio Villalobos entre otros.
Sexta-feira, Março 31, 2006
Homofobia em estado lato....
Hino da GALP, cantada por Demo e Júnior, com música de Manuel Faria e Nuno Tempero e letra de Pedro Bidarra, Nuno Jerónimo e Marco Pacheco. O anúncio de televisão conta com Ricardo Quaresma, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga.
"É o retrato de um país aplicado ao futebol.
Tem tudo o que é preciso, só perde por ser mole.
Toca a acordar, pessoal!
Queremos mais garra,
deixar de ficar felizes quando a bola vai à barra.
Vamos com tudo, meter o pé, chutar primeiro,
Que o último a chegar é panel****.
Ter medo deles? Isso era dantes!
Vamos embora encher de orgulho os emigrantes.
Sem esquecer que nas grandes emoções
quando grita um português, gritam logo 15 milhões".
É de baixo nivel , ter uma letra desta numa musica dedicada à nossa selecção. Nos homossexuais tambem somos portugueses e patriotas. Lamento que até aproveitem o futebol para nos descriminarem. Chegou a altura de dizer basta.
Queiram utilizar este e-mail e conbater a homfobia galp@galpenergia.com.
"É o retrato de um país aplicado ao futebol.
Tem tudo o que é preciso, só perde por ser mole.
Toca a acordar, pessoal!
Queremos mais garra,
deixar de ficar felizes quando a bola vai à barra.
Vamos com tudo, meter o pé, chutar primeiro,
Que o último a chegar é panel****.
Ter medo deles? Isso era dantes!
Vamos embora encher de orgulho os emigrantes.
Sem esquecer que nas grandes emoções
quando grita um português, gritam logo 15 milhões".
É de baixo nivel , ter uma letra desta numa musica dedicada à nossa selecção. Nos homossexuais tambem somos portugueses e patriotas. Lamento que até aproveitem o futebol para nos descriminarem. Chegou a altura de dizer basta.
Queiram utilizar este e-mail e conbater a homfobia galp@galpenergia.com.
Quinta-feira, Março 30, 2006
Um filme..
Hoje revi o um filme que me relembra uma ferida imensa. Million dollar baby, um filme rico de emoções, exclamações e algumas perguntas.
A mim também me fizeram o mesmo pedido e magoada sai a chorar sem perceber que a vida merece um pouco mais que uma simples cama de um sombrio e frio hospital. Era uma adolescente, ainda demasiado criança, para entender que por vezes é melhor saber morrer. Perdoas.me? Sei que sim, sempre me perdoas.te as minhas falhas, essa foi apenas mais uma.
Não fui forte nem corajosa, queria.te perto de mim, mesmo a sofrer. Puro egoismo, puro amor a uma pessoa. Perdi.te na mesma, numa tarde de um dia sem fim. Sorris.te uma ultima vez e fizeste.me sorrir e voaste alto, para longe mas sempre tão perto. Sabes mamã, todos os dias penso em ti, sinto um enorme orgulho em tudo o que me transmitiste. Não fui capaz de te fazer a ultima vontade, desculpa.

Klimt




Sarah Mclachlan... musica para alimentar a alma 







































